LUIZ CARLOS DA CUNHA[i]
Faz uns poucos anos que se pode assinalar modificações significativas na arquitetura brasileira, fugindo ao formalismo desvairado que a popularizou desde o seu aparecimento. Muito embora ela tenha se formado sob a inspiração de conceitos racionalistas, expostos pelo seu mestre mais autorizado – Le Corbusier – as condições básicas de mão-de-obra, equipamentos, clientela e programa, enfim, os meios materiais e sociais de realização se encontravam aquém do nível e qualidade exigidos pelo expressionismo racionalista, ou da expressão estética deduzida da técnica industrial. Nas circunstâncias inarredáveis de adaptação dos princípios. . .