EDITE GALOTE CARRANZA
Je suis Charlie

Como sabemos os cartunistas do Charlie Hebdo mantém o espírito do Maio de 1968. Contudo, é preciso lembrar o “estopim” daquele  movimento: um manifesto e desenhos. Tudo começou com o “escândalo de Strasbourg”,

em 1966, quando estudantes eleitos para o diretório acadêmico da Universidade publicaram “A miséria do meio estudantil – Considerado em Seus aspectos Econômico, Político, Psicológico, Sexual e mais Particularmente Intelectual e Sobre Alguns Meios ara Remediá-la”, texto de Mustapha Khauati, revisado por Guy Debord, ambos integrantes da Internacional Situacionista. Com tiragem de 10 mil exemplares, o manifesto. . .

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