EDITE GALOTE CARRANZA
INTRODUÇÃO
Peças do gentio, gente de serviço, peças escravas, tapanhuno, escravo, peças forras, ex-escrava, empregada branca, governante e doméstica. Estas são as várias denominações para os trabalhadores domésticos, encontradas na literatura, desde o período da escravidão negra ou índia até a atualidade.
O objeto do presente texto é uma abordagem sobre os alojamentos destes trabalhadores e a herança cultural, que originou as tradicionais soluções arquitetônicas do duplo acesso – serviço e social, nos edifícios residenciais, os quartinhos mínimos junto às lavanderias dos apartamentos e as edículas nos fundos dos quintais das residências. Soluções comumente adotadas. . .